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Comunicado de los Presidentes de los
Estados partes de Mercosur
(En portugués)
1. Realizou-se no Rio
de Janeiro, nos dias 18 e 19 de janeiro de 2007, a
XXXII Reunião do Conselho do Mercado Comum do
MERCOSUL, com a presença dos Presidentes da
Argentina, Néstor Kirchner; do Brasil, Luiz Inácio
Lula da Silva; do Paraguai, Nicanor Duarte Frutos;
do Uruguai, Tabaré Vázquez Rosas, e da Venezuela,
Hugo Chávez Frías.
2. Os Presidentes
reafirmaram seu compromisso com os princípios e
propósitos o Tratado de Assunção, assim como com a
realização de suas metas, por meio do
aperfeiçoamento e aprofundamento do processo de
integração, elemento fundamental para a promoção do
desenvolvimento econômico com justiça sociale para a
construção de uma união cada vez mais estreita entre
seus povos.
3. Reiteraram seu
compromisso com a efetivação da adesão da República
Bolivariana da Venezuela ao MERCOSUL. Reafirmaram
sua determinação em assegurar a conclusão no mais
breve prazo possível das tarefas encomendadas ao
Grupo de Trabalho criado pelo Artigo 11 do Protocolo
de Adesão. Reiteraram, uma vez mais, a importância
do processo de adesão da República Bolivariana da
Venezuela como fator de fortalecimento do bloco e de
sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento
integral de seus membros.
4. Com grande
satisfação, tomaram nota da predisposição
manifestada pelo Governo da República da Bolívia de
iniciar os trabalhos para a incorporação do país
como Estado Parte do MERCOSUL. Saudaram, nesse
contexto, a criação de Grupo de Trabalho Ad Hoc para
examinar o tema.
5. Expressaram sua
satisfação pela participação dos Presidentes da
Bolívia, Evo Morales; do Chile, Michelle Bachelet;
da Colômbia, Álvaro Uribe; e do Equador, Rafael
Correa; bem como do Chanceler do Peru, García
Belaúnde, testemunho renovado dos laços existentes
entre o MERCOSUL e os Estados a ele associados, e de
seu empenho comum por uma crescente integração
econômica, comercial, política e social.
6. Manifestaram
igualmente sua satisfação pela presença do Primeiro
Ministro da Guiana, Samuel Archibald, e do
Presidente do Suriname, Runaldo Ronald Venetiaan,
países com os quais compartilhamos o compromisso com
o aprofundamento da integração na América do Sul.
7. Salientaram a
importância das decisões adotadas por ocasião da
Reunião de Cúpula dos Países Sul-Americanos
realizada em Cochabamba, nos dias 8 e 9 de dezembro
de 2006, em prol de uma união sul-americana
assentada em uma concepção de integração que leva em
conta a diversidade e diferenças entre os países da
região e acrescenta ao comércio e à articulação
econômica e produtiva as múltiplas dimensões da
cooperação política, social e cultural. Reiteraram,
nesse contexto, sua disposição de continuar a
trabalhar para a consolidação da Comunidade Sul-Americana
de Nações.
8. Ressaltaram,
ademais, a presença de representantes do Panamá, com
o qual o MERCOSUL iniciou, em 2006, conversas
exploratórias com vistas a um possível acordo
comercial, e do Conselho de Cooperação do Golfo, com
o qual o MERCOSUL deverá concluir, brevemente, as
negociações de um acordo de livre comércio.
9. Nesse contexto,
reafirmaram a importância do esforço do MERCOSUL no
sentido de ampliar e aprofundar seus vínculos
comerciais com distintos países e grupos de países,
para obter acesso a novos mercados e contribuir
assim para o desenvolvimento econômico e social de
cada um dos Estados Partes. Destacaram que as
negociações do MERCOSUL devem resultar em benefícios
tangíveis no que se refere à criação de comércio,
com especial atenção para os interesses das
economias menores do MERCOSUL.
10. Saudaram,
igualmente, a presença dos Secretários-Gerais da
Associação Latino-americana de Integração (ALADI),
Didier Opertti, da Comunidade Andina de Nações
(CAN), Alfredo Fuentes Hernández, da Organização do
Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), Rosalía
Arteaga Serrano, do Presidente-Executivo da
Corporação Andina de Fomento (CAF), Enrique García
Rodríguez, e de Pablo Solón, representante da
Secretaria Pro Tempore da Comunidade Sul Americana
de Nações.
11. Destacaram o
caráter multidimensional e profundo do processo de
integração do MERCOSUL, no qual uma sólida base
econômico-comercial complementa-se na projeção de
uma identidade regional em suas diferentes dimensões
política, social, cultural e de valores comunitários.
Essa firme base, refletida igualmente na amplitude
temática da agenda do bloco e na multiplicidade de
foros específicos, é a força do MERCOSUL e assegura-lhe
a continuada relevância para nossas sociedades e
nossa presença no mundo.
12. Ressaltaram,
ademais, a importância do Sistema Multilateral de
Comércio a necessidade de buscar uma conclusão
bem sucedida para a Rodada do Desenvolvimento
lançada em Doha, em 2001. Destacaram, a respeito, a
importância crescente da coordenação de posições
entre os Estados Partes no âmbito multilateral e de
seu trabalho conjunto no âmbito do G-20. Reafirmaram
sua convicção de que cabe aos países desenvolvidos a
principal responsabilidade de efetuar uma
contribuição substantiva em todos os capítulos das
negociações agrícolas, o que permitiria destravar o
processo negociador.
13. Manifestaram seu
apoio à posição sustentada pelo Paraguai no sentido
de assegurar um tratamento justo e adequado nos
casos de desvio do princípio de não-discriminação na
implementação, por parte de membros da OMC, de
esquemas preferenciais unilaterais ao abrigo da
Cláusula de Habilitação.
14. Manifestaram sua
satisfação pelos avanços alcançados no quadro do
MERCOSUL político, em áreas como direitos humanos,
cultura, desenvolvimento social, migrações,
segurança pública, educação, saúde, meio ambiente e
comunicação social, que resultaram em aportes
importantes para a elaboração e adoção de políticas
para o progresso e o bem-estar dos povos dos Estados
Partes do MERCOSUL.
15. Reafirmaram seu
pleno compromisso com o respeito aos direitos
humanos e acordaram reforçar os mecanismos de
concertação, intercâmbio de informação e cooperação
nessa matéria, por meio da "Reunião de Altas
Autoridades de Direitos Humanos e Chancelarias do
MERCOSUL".
16. Destacaram o
papel do Foro de Consulta e Concertação Política (FCCP)
como órgão de coordenação da agenda política do
MERCOSUL, com participação também dos Estados
Associados, no que respeita às questões
internacionais de interesse comum.
17. Reafirmaram o
caráter fundamental do compromisso democrático que é
inerente à participação no MERCOSUL e manifestaram,
nesse contexto, a satisfação pelo início do
funcionamento do mecanismo de observação eleitoral
do MERCOSUL, nas recentes eleições presidenciais no
Brasil e na Venezuela. Saudaram ainda a criação do
Observatório da Democracia do MERCOSUL, mecanismo de
defesa e promoção dos valores democráticos na região.
18. Congratularam-se
pela realização da sessão inaugural do Parlamento do
MERCOSUL, ocorrida em 14 de dezembro de 2006, em
Brasília, e salientaram o significado desse evento
como contribuição à qualidade e equilíbrio
institucional do MERCOSUL, mediante a criação de um
espaço comum de reflexão e diálogo, que dará
expressão ao pluralismo e à diversidade da região e
contribuirá para a democracia, a participação, a
representatividade, a transparência e a legitimidade
social no desenvolvimento do processo de integração
e de suas normas. Destacaram a importância simbólica
do Parlamento no processo de consolidação de uma
cidadania regional, ao aproximar ainda mais os povos
dos Estados Partes das instituições e reforçar o
enraizamento do MERCOSUL nas nossas sociedades.
19. Saudaram a
instalação do Foro Consultivo de Municípios, Estados
Federados, Províncias e Departamentos do MERCOSUL,
que cria um espaço político propício à articulação e
à coordenação entre as unidades subnacionais e entre
os Governos nacionais e subnacionais.
20. Reafirmaram a
prioridade conferida aos trabalhos em favor da
superação das assimetrias, ao desenvolvimento social
e à integração produtiva, preocupações que
presidiram as atividades desenvolvidas no âmbito do
MERCOSUL no segundo semestre de 2006.
21. Tomaram nota dos
documentos apresentados pelo Paraguai e pelo Uruguai,
em resposta ao mandato emanado da XXX Reunião
Ordinária do Conselho do Mercado Comum, com suas
visões sobre a questão das assimetrias e com
sugestões para o tratamento do tema.
22. Nesse contexto,
manifestaram seu vivo interesse no estabelecimento
do Plano para a Superação das Assimetrias no
MERCOSUL, com a identificação, conforme disposto na
Decisão CMC Nº 34/06, dos objetivos de curto, médio
e longo prazos, instrumentos de política,
cronogramas de implementação e critérios de
avaliação. Instruíram o Conselho do Mercado Comum a
realizar uma reunião extraordinária, em abril, para
tratar do tema.
23. Expressaram sua
grande satisfação pela entrada em vigor do Fundo
para a Convergência Estrutural do MERCOSUL (FOCEM),
demonstração efetiva do compromisso comum de
trabalhar em conjunto para alcançar uma relação mais
equilibrada entre os Estados Partes. Reiteram que o
estabelecimento do FOCEM é um importante ponto de
inflexão do MERCOSUL em direção à integração
positiva, que pressupõe a adoção de mecanismos de
promoção ativa da integração, e consideraram
auspicioso o fortalecimento de uma lógica de
favorecimento dos interesses dos sócios menores por
meio de medidas que estimulem, entre outros
objetivos, sua integração produtiva aos demais
Estados Partes.
24. Saudaram a
aprovação dos primeiros projetos a serem financiados
com recursos do Fundo e congratularam-se, em
especial, pela aprovação do financiamento ao
Programa de Ação MERCOSUL Livre de Febre Aftosa,
primeiro programa comum de alcance regional a ser
financiado pelo FOCEM. Ressaltaram a importância
desse programa como demonstração do esforço conjunto
para a promoção de melhores condições de saúde
animal e de comercialização mais favorável para os
produtos agropecuários dos Estados Partes do
MERCOSUL.
25. Destacaram o
papel do Foro Consultivo Econômico e Social (FCES)
no fortalecimento do processo de integração.
Recordaram ainda que o FCES, com sua composição
plural, que acolhe representantes de entidades
patronais e laborais, contribui de forma relevante
para ampliar a base democrática das deliberações no
âmbito do MERCOSUL.
26. Saudaram com
entusiasmo a realização em Brasília, em 14 de
dezembro de 2006, da I Cúpula Social do MERCOSUL,
com o objetivo de fortalecer a agenda social e a
participação cidadã no âmbito do MERCOSUL. Acolheram,
ainda, a proposta de que as Cúpulas Sociais passem a
constituir atividade permanente dos movimentos
sociais, sendo realizadas no marco das reuniões de
cúpula do MERCOSUL.
27. Ressaltaram a
importância do reforço da dimensão cidadã do
MERCOSUL, por meio de programas como o "Somos
MERCOSUL", da celebração da Cúpula Social e do
trabalho dos foros de diálogo social mencionados, e
também por meio de medidas concretas que facilitem a
livre circulação de nacionais dos Estados Partes no
território dos demais sócios, com conseqüências
positivas para o aprofundamento do conhecimento
entre seus cidadãos e para a criação de uma
consciência comunitária. Nesse particular,
destacaram a importância dos acordos assinados entre
Argentina, Brasil e Uruguai sobre a implementação,
de forma bilateral, do Acordo sobre Residência para
Nacionais dos Estados Partes do MERCOSUL.
28. Registraram com
satisfação a continuidade da cooperação e do diálogo
desenvolvidos nas reuniões ministeriais e setoriais
da área social. A contribuição do trabalho nelas
desenvolvido conforma em larga medida o MERCOSUL
cidadão e leva a integração a cada um dos habitantes
dos Estados Partes. Enfatizaram, igualmente, a
importância da elaboração, em curso, sob a
coordenação da Reunião de Ministros e Autoridades do
Desenvolvimento Social, do Plano Estratégico de
Desenvolvimento Social mandatado em Córdoba, o qual
deverá identificar medidas destinadas a impulsionar
a inclusão social e assegurar condições de vida mais
dignas para nossos povos por meio da promoção de
estratégias de desenvolvimento integral.
29. Reafirmaram a
centralidade da geração de trabalho decente,
ressaltando:
os esforços do Grupo
de Alto Nível Estratégia MERCOSUL para o Crescimento
do
Emprego (GANEMPLE)
para elaborar as primeiras diretrizes regionais da "Estratégia
MERCOSUL de Crescimento do Emprego"; o acordo para o
fortalecimento e reestruturação do Observatório do
Mercado de Trabalho do MERCOSUL; a aprovação das
Decisões do CMC Nº 32/06 e Nº 33/06 sobre inspeção
do trabalho; os avanços na implementação do Plano
Regional para prevenção e erradicação do Trabalho
Infantil no MERCOSUL e a efetiva vigência do Acordo
Multilateral de Seguridade Social, que possibilitou
a outorga dos primeiros benefícios de aposentadoria
a cidadãos dos Estados Partes.
30. Felicitaram-se
pelo relevante papel que vem desempenhando a
Comissão de Representantes Permanentes do MERCOSUL
em prol do fortalecimento do processo de integração
e ressaltaram o importante trabalho desenvolvido por
seu
Presidente, Carlos
Álvarez.
31. Congratularam-se,
igualmente, pela decisão do Conselho do Mercado
Comum
de criar o Instituto
Social do MERCOSUL, o qual deverá constituir-se em
instrumento eficaz para a consolidação da dimensão
social como eixo fundamental do desenvolvimento do
MERCOSUL.
32. Ressaltaram,
também, a criação do Instituto MERCOSUL de Formação,
que contribuirá para a capacitação e formação de
funcionários públicos e agentes sociais dos países
do bloco, na perspectiva do desenvolvimento de uma
consciência integracionista nos diferentes escalões
de Governos e organizações sociais.
33. Saudaram o
significativo êxito obtido no aprofundamento e
ampliação do já extenso rol de iniciativas e
atividades relacionadas à educação no MERCOSUL,
destacando a criação do Grupo de Alto Nível que
deverá elaborar o projeto do "Espaço Regional de
Educação Superior do MERCOSUL".
34. Congratularam-se
pela Decisão CMC Nº 35/06, a qual, com base em
proposta efetuada pelos Ministros da Cultura do
MERCOSUL, incorporou o Guarani como um dos idiomas
do bloco.
35. Acolheram com
satisfação, ainda, a proposta brasileira de promover
uma coordenação mais intensa entre as Academias
Diplomáticas dos Estados Partes do MERCOSUL, fator
importante para a consolidação do compromisso com a
integração regional em que estão empenhados.
36. Celebraram os
avanços alcançados no âmbito da Reunião
Especializada de Comunicação Social (RECS),
incluindo a realização de seminário sobre o MERCOSUL
para jornalistas, em Brasília, e de encontro sobre o
"Papel da Comunicação Pública no Processo de
Integração", em Buenos Aires, com participação de
representantes de meios de comunicação públicos dos
Estados Partes.
37. Tomaram nota, com
satisfação, da intensa interação desenvolvida pelas
reuniões ministeriais e setoriais na área econômica.
Singularizaram, a respeito, os trabalhos de
elaboração do Plano de Desenvolvimento e Integração
Produtiva mandatado em Córdoba. Destacaram, ainda, a
decisão de criar grupo técnico para acompanhar as
iniciativas de integração produtiva objeto de exame
e de propostas no relatório apresentado pelo Dr.
Reginaldo Arcuri, por mandato do Grupo Mercado Comum.
38. Saudaram o
continuado dinamismo do comércio intra-MERCOSUL e
dos Estados Partes com os demais parceiros na
América do Sul. Destacaram, em particular, que o
intercâmbio comercial intra-bloco estabeleceu um
recorde histórico em 2006. Renovaram, ademais, o
compromisso de alcançar um intercâmbio comercial
equilibrado entre os Estados Partes.
39. Registraram os
avanços alcançados nos trabalhos com vistas à
eliminação da dupla cobrança da TEC e salientaram a
importância de que essas deliberações permitam
avançar no sentido da completa implementação da
Decisão CMC Nº 54/04, dentro dos prazos fixados.
40. Congratularam-se
pelos progressos registrados na estruturação do
Código Aduaneiro do MERCOSUL e instaram as equipes
técnicas a concluírem a redação desse importante
instrumento com a brevidade possível.
41. Expressaram sua
satisfação pelos avanços registrados no
estabelecimento de regimes especiais comuns de
importação, esforço que se reveste de grande
significado para o fortalecimento da integração.
42. Saudaram a
recente entrada em vigor do Protocolo de Montevidéu
e reafirmaram seu compromisso em favor do
aprofundamento da liberalização do comércio de
serviços no MERCOSUL.
43. Acolheram com
satisfação a iniciativa dos Ministros de Fazenda e
Presidentes de Bancos Centrais do MERCOSUL de buscar
mecanismos que permitam um sistema bilateral de
pagamentos em moedas locais das transações
comerciais entre o
Brasil e a Argentina, objeto da Decisão CMC Nº
38/06, salientando, nesse sentido, as vantagens
desse sistema no que diz respeito à redução de
custos para aumentar a competitividade dos setores
produtivos e sua inserção no comércio regional e
internacional, em especial para as pequenas e médias
empresas, como parte do fortalecimento dos
mecanismos de intercâmbio comercial e de
complementação econômica. Afirmaram, ainda, a sua
intenção de estimular os estudos para que, caso o
novo sistema de pagamentos alcance êxito em nível
bilateral, possa ser ampliado para incluir os países
que assim o desejarem.
44. Reconheceram os
interesses comuns compartilhados em desenvolver
fontes energéticas seguras, renováveis e
ambientalmente sustentáveis. Nesse contexto, tomaram
nota, com satisfação, da assinatura de Memorando de
Entendimento que prevê o estabelecimento de um Grupo
de Trabalho Especial para apresentar um programa de
cooperação na área de biocombustíveis e suas
tecnologias.
45. Tomaram nota das
deliberações no âmbito do Grupo de Alto Nível sobre
Reforma Institucional (GANRI), voltadas para o
aperfeiçoamento da institucionalidade do MERCOSUL, e
saudaram as decisões iniciais que permitiram aprovar
a reformulação da Secretaria do MERCOSUL, de forma a
torná-la mais eficaz nas tarefas de apoio ao
aprofundamento do processo de integração.
Expressaram a expectativa de que o GANRI continue a
trabalhar na reforma institucional, de forma a
produzir resultados nas demais áreas que constam de
sua agenda, conforme o disposto na Decisão CMC Nº
29/06. Destacaram ainda a necessidade de prosseguir
nos esforços para aprimorar o processo de
incorporação das normas MERCOSUL aos respectivos
ordenamentos jurídicos dos Estados Partes.
46. Manifestaram seu
agradecimento à cidade do Rio de Janeiro e ao Estado
do Rio de Janeiro, suas autoridades e população, por
sua generosa e simpática colhida.
47. Reafirmaram,
finalmente, a disposição de continuar a trabalhar
com afinco, durante a Presidência Pro Tempore do
Paraguai que se inicia, para assegurar o
fortalecimento e aprofundamento do processo de
integração.
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